Move on

Ela tenta achar algum sinal que lhe ajude a decidir o que fazer, chega até a forjar alguns, mas só pra se distrair, o coração chega a bater mais forte, o corpo parece estar tremendo e a cama agora parece tão pequena só pra ela, o telefone ta ali do lado do travesseiro e aquela vontade incontrolável de pegar e ligar, o numero decorado e certo na cabeça. Mas e se ligar e se atender e se dizer que não pode falar e desligar, ou e se atender e conversar e fluir e rolar? Começou a discar tantas vezes e quando resolveu completar tinha discado errado, e ter que falar o nome dela mais de uma vez quando atenderam soou tão estranho. E foi um sinal, um sinal de que não vale à pena.

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